segunda-feira, 2 de maio de 2011

Foi promovido? E agora?



Vivendo um momento de mercado aquecido, as empresas preparam seus planos de retenção para manter seus melhores TALENTOS. É neste momento que muitas promoções são realizadas, e cada uma delas envolve muita adrenalina e ansiedade, e se tornam marcantes. “No entanto, por implicar em mais responsabilidade e cobrança, se não acontecer no momento adequado, pode causar danos à carreira dos profissionais. Em alguns casos os profissionais assumem novas responsabilidades sem passar por um programa de desenvolvimento individual e cerca de 57% admitem aprender suas novas atividades pelo método “Tentativa e Erro”, segundo a pesquisa da Development Dimensions International (DDI) divulgada recentemente.
Portanto para não correr este risco, vejamos algumas ações importantes para transformar sua promoção em uma oportunidade de crescimento:

Ø  Salário não é tudo: Antes de comemorar, é necessário avaliar se a proposta de promoção está dentro do seu plano de carreira. Tenha certeza de sua decisão.
Ø  Invista em seu desenvolvimento: É preciso um plano de formação e disposição para aprender as novas atividades.
Ø  Tenha um conselheiro: faça amizade com alguém de confiança que tenha experiência no mesmo cargo que você. Compartilhe suas dúvidas e aprenda com a experiência dele, “É melhor acer

tar em conjunto, ao invés de errar sozinho”.
Ø  Conheça sua equipe de trabalho: tenha bons companheiros de trabalho e aumente sua rede de networking. Se eles eram seus antigos colegas de trabalho, tenha uma conversa franca e defina bem suas novas responsabilidades.

by Denis Xavier

Geração Y: Paradoxal

Nos últimos meses a crescente rotatividade de pessoal, principalmente na faixa de jovens entre 20 e 30 anos, tornou-se uma das grandes preocupações para os RH nas empresas.

O paradoxo da rotatividade no emprego

Tem sido comum encontrar gestores perplexos com os novos comportamentos e expectativas profissionais que os jovens apresentam. O que mais impressiona é a semelhança nos depoimentos que classificam estes novos profissionais. Em diversos segmentos empresariais tenho encontrado classificações que consideram inadequadas as atitudes dos jovens no ambiente corporativo.

Ansiedade por crescimento rápido, superficialidade, falta de comprometimento e de foco, desprezo pela hierarquia e infidelidade corporativa são as características mais comuns. Surgiram até mitos de que os jovens não querem trabalhar em funções técnicas e rotineiras, querem crescer e se tornar gerentes e diretores em menos de 2 anos e somente aceitam trabalhar em ambientes divertidos e descolados.

Todos estes fatores já seriam suficientes para justificar a desconfiança que os gestores tem dos jovens em suas equipes, mas a realidade tem mostrado que é necessário ter um olhar menos passional e mais isento sobre estes fatos. Se focarmos somente na questão da rotatividade no emprego, iremos observar uma contradição comportamental.

Em minhas palestras para universitários e trainees, há um momento em que observo um grande incomodo nos jovens, sempre aliado a uma postura critica, principalmente quando apresento casos de profissionais que trocaram de emprego diversas vezes. Normalmente este tipo de comportamento é avaliado como negativo pelos jovens profissionais.

Uma recente pesquisa com jovens prestes a entrar no mercado de trabalho – (Empresa dos Sonhos dos Jovens 2010 – Cia de Talentos), apontou também este fato – mais de 88% dos quase 40 mil jovens entrevistados disseram que o tempo adequado para permanecer numa empresa seria acima de 5 anos.

Será então um paradoxo provocado pela Geração Y? Estariam estes jovens absolutamente perdidos em suas aspirações? A resposta é não para ambas as questões.

O que acontece é que as empresas não estão sendo rápidas em atualizar suas diretrizes e processos corporativos, além disto, os gestores se afastaram de um dos pilares fundamentais do exercício da liderança, que é o desenvolvimento de pessoas e formação de lideres e sucessores. Avaliam que a única forma de dar “novos desafios” é através de promoções a cargos superiores - que ainda estão ocupados por eles próprios - ou ainda através de aumentos salariais.

Um avaliação mais profunda permite concluir que as expectativas mais valorizadas pelos jovens são a possibilidade de receber “mentoria” genuína de seu líder imediato, aliada a uma autonomia com flexibilidade em projetos que ajudem o jovem a se desenvolver.

No lugar disto, vemos surgir processos que ampliam o controle e monitoramento de atividades. O melhor exemplo são bloqueios sistemáticos às redes sociais. O principal instrumento da Geração Y ainda desperta muitos receios e medos impedindo o acesso aos benefícios que possibilitam nesta nova ordem corporativa.

É crescente o número de gestores que seleciona equipes com a expectativa de “renovar” e promover inovações, contudo ainda exercem sua gestão exigindo o cumprimento dos processos sedimentados e se incomodam profundamente com a quantidade de questionamentos e a crescente expectativa por “feedbacks.

No lugar dos gestores promoverem desafios que permitiriam o amadurecimento de suas jovens equipes, ampliam os bloqueios e controles. Os resultados que alcançam com isso é a desmotivação dos jovens com a carreira corporativa e a redução na capacidade de promover inovações, este é o verdadeiro paradoxo!

Certamente teremos que aprender a gerenciar índices maiores na rotatividade de pessoal, pois é a nova realidade no mercado hiper-competitivo que estamos experimentando nestes novos tempos. Se há uma real vontade de gerenciar esta realidade com melhores resultados, o caminho passa pela reavaliação no papel dos gestores, promovendo com mais intensidade as competências que permitam o desenvolvimento de pessoas e principalmente a formação de novos líderes.

By Sidnei Oliveira
http://www.portalcafebrasil.com.br/pessoas/1358-sidnei-oliveira/profile

quarta-feira, 13 de abril de 2011

UM MINUTO PLEASE!

 
No mundo corporativo você já escutou pelo menos uma palavra em inglês, e que naquele momento não fazia ideia de seu significado? Bem! O ambiente corporativo está infestado de pronuncias em inglês que mais parecem plumas ao vento e uma bela pancada em nossas cabeças. É cada vez mais comum empresas brasileiras banalizarem o português e colocarem o inglês em um pedestal para que seus profissionais se sintam abençoados por fazerem parte de um grupo seleto que fala in english.
As organizações perderam a fronteira do ridículo e muitos profissionais colocam em seu vocabulário os seguintes clássicos corporativos:
  • Estamos aguardando seu Feedback, ou seja, apenas aguardando o seu retorno.
  • Vamos dar o Imput dos dados. A frase pode ficar melhor em português: Vamos dar entrada dos dados.
  • Esse é o CEO de nossa empresa. Parece que ele é de outro planeta, mas é apenas o presidente.
  • Vamos fazer um follow up. Fala sério! Isso significa acompanhamento.
  • Queremos um benchmarking, apenas busque as melhores práticas.
  • Eu trabalho full-time. Da impressão de que a pessoa que trabalha full-time não apenas trabalha mais, como ainda é mais competente.
  • Vou acessar o meu networking, também pode ser que nada aconteça, mas a esperança já é bem maior.
Entretanto, se você faz parte de uma empresa na qual se faz necessário a utilização desses jargões fique atento quando falar com outras pessoas, uma conversa entre amigos, não há necessidade de usar esses termos, pois pode comprometer a comunicação, passar uma imagem de arrogância. Cuide de seu vocabulário ele também faz parte da sua imagem profissional.

terça-feira, 5 de abril de 2011

CRIATIVIDADE


Em um mundo cheio de regras, você já parou para pensar que o seu cérebro uma máquina em constante evolução é muito pouco utilizado?  Estamos condicionados a normas e regras que limitam a nossa experiência com o mundo. Seres humanos cheios de reações e respostas prontas, ações automáticas e parecemos programados para fazer as mesmas coisas quase sempre na mesma forma. Pensando bem, já refletiu alguma vez que  essência de uma pedra pode ser a mesma, mas a forma pode mudar?
Para você não passar a vida desenhando Papai Noel de roupas Vermelhas e um saco de Brinquedos, aí vai procedimentos simples, mas extremamente eficazes para se ter ideias novas.
Estude: inspiração não surge do nada, e não espere uma Maçã cair na sua cabeça. Pessoas criativas geralmente pesquisam sobre os temas que estão criando.
Exercite: pense em pelo menos uma ideia impossível todos os dias. Faça perguntas que possam levar a respostas criativas: EX: “Como isso pode ficar melhor?”
Mude o visual: desenhe um mesmo objeto dez ou mais vezes de formas diferentes. Caso não saiba desenhar fotografe um objeto em 20 formas diferentes.
Esteja preparado: sempre mantenha um bloco de anotações perto de você, no trabalho, casa, carro, e quando vier uma ideia criativa não deixe de escrever.
Exagere: veja VIDA pela ótica de uma criança de sete anos ou menos. Já pensou porque uma criança corre para a chuva, e um adulto corre da chuva? Amplifique suas experiências de relação com o mundo, pinte, crie, reescreva, brinque, desafie, mude, elimine, experimente, modifique, reorganize, se jogue!
Pergunte: aprenda a fazer perguntas que desenvolvam seu cérebro: “Quem?”, “Quando?”, “Onde?”, “O quê?”, “Por quê?”, “Qual?”, “Como?”, quanto mais melhor.
Descanse: tenha o hábito de desconectar-se, coloque uma música de fundo e relaxe. Esse exercício te ajuda a diminuir os hormônios de estresse, e substitui pelas endorfinas um hormônio que nos proporciona prazer. Assim, novas idéias surgirão.
Pratique: identifique a oportunidade para implementar sua ideia. Mostre a sua aplicabilidade, teste sua eficácia, use na dia a dia. Mãos à Obra!
Lembre-se que uma ideia pequena e inovadora em ação, é muito melhor do que uma grande ideia velha e arquivada. Para ser criativo, ninguém precisa de uma mente brilhante. Basta trabalhar suas habilidades, acima de tudo, com muito esforço.